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Obama Não Passaria Pelo Teste Da Segurança

por Daniel Pipes
Philadelphia Bulletin
21 de Outubro de 2008

Original em inglês: Obama Would Fail Security Clearance
Tradução: Joseph Skilnik

O registro da escola indonésia de Obama, listando-o como muçulmano. Clique aqui para aumentar.

Com Colin Powell repetindo agora a mentira que Barack Obama "sempre foi um cristão", apesar da nova informação, ademais confirmando a infância muçulmana de Obama (como o registro escolar indonésio que o lista como muçulmano), contempla-se consternadamente como o candidato democrata consegue esconder a verdade a respeito deste tema.

Ao invés disso, vamos então revisar um assunto relacionado a este caso – as conexões de Obama e até a dívida, ao longo de sua carreira, ao Islã extremista. Especificamente, ele tem ligações de longa data, senão vínculos indiretos com duas instituições, o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR), listada pelo governo dos Estados Unidos em 2007 como co-conspiradora não incriminada num julgamento de financiamento do Hamas; e da Nação do Islã (NoI), condenada pela Anti-Defamation League pela sua "constante evidência de racismo e anti-semitismo".

Primeiro, os vínculos de Obama com os islâmicos:

Segundo, os vínculos de Obama com a Nação do Islã:

Louis Farrakhan, que chama Obama de "o Messias".

Doador de longa data e aliado de Obama Antoin "Tony " Rezko fez parceria durante quase três décadas com Jabir Herbert Muhammad, filho do líder do NoI, Elijah Muhammad, diz que deu a Jabir e aos seus familiares " milhões de dólares durante anos". Rezko também trabalhou como diretor executivo da Fundação Muhammad Ali, uma organização embusteira que, sem a permissão de Ali, explorou o nome deste laureado do CAIR.

Jeremiah Wright, o estimado pastor de Obama no decurso de vinte anos, saiu do background da Nação, tendo recentemente aceito a proteção de um serviço de segurança da NoI, elogiou Louis Farrakhan, líder do NoI, como um dos "gigantes da experiência religiosa afro-americana". A igreja de Wright exaltou Farrakhan como um exemplo "de verdadeira grandeza".

O próprio Farrakhan endossou Obama, declarando-o "a esperança do mundo todo", "alguém que pode levantar a América da sua queda" e até mesmo "o Messias".

Que a biografia de Obama aborde tão comumente organizações insalubres como o CAIR e a Nação do Islã deveria causar preocupação e reflexão cuidadosa. Quantos políticos têm um vínculo apenas com um desses grupos, quanto mais com sete deles? John McCain chama graciosamente Obama "uma pessoa com a qual você não tem porque se assustar, como presidente dos Estados Unidos", mas as múltiplas ligações de Obama com anti-americanos e com subversivos significa que ele fracassaria no processo padrão de segurança para a aprovação de se tornarem funcionários federais.

A agressão islâmica representa o inimigo estratégico da América; as muitas conexões insalubres de Obama levantam sérias dúvidas sobre sua aptidão de servir como o comandante supremo da América.

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